Identificação:
Como Alegrete teve três edições da Ronda da Canção Nativa (82, 83 e 84), com discos de alto nível, a população que estava há seis anos sem festival, pedia encarecidamente aos órgãos competentes a realização de um outro da mesma envergadura.
Em 1990, o Sr. Carlos Alberto Agostini Duarte, então Secretário de Turismo de Alegrete realizou o 1º Canto Alegretense de Nativismo. O evento levou este nome devido ao grande sucesso da música Canto Alegretense, letra de Antônio Augusto Fagundes e melodia de Euclides Fagundes Filho (Bagre). Em 1992, após o 2º Canto Alegretense ( no final do ano de 1991), ainda com o Sr. Manoel Fernandes na presidência, a Dra. Helena Garrido Dias resolveu criar a Associação Canto Alegretense para buscar recursos financeiros para as demais edições que se realizariam. Assim ocorreu até o 7º Canto (1996). Aprovado pela LIC em 1997 e sem captação, retorna 11 anos depois como um anseio da comunidade no resgate da história e da tradição do festival Canto Alegretense.
O PROJETO PREVÊ A REALIZAÇÃO DE UM FESTIVAL ENVOLVENDO MÚSICOS, POETAS, COMPOSITORES E INTÉRPRETES DA MÚSICA CRIOULA QUE PROMOVEM E DIVULGAM A TRADIÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL. CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DE PESSOAS, GRUPOS LOCAIS E CONVIDADOS. VALORIZAR E INCENTIVAR ATIVIDADES ALICERÇADAS EM NOSSAS RAÍZES CULTURAIS, BEM COMO, PROMOVER O HOMEM ATRAVÉS DAS ARTES E TODAS AS AÇÕES QUE DELAS DERIVAM SÃO FINALIDADES DESTE PROJETO. SERÃO FORMADAS COMISSÕES DE TRABALHO COM REPRESENTANTES DE CENTROS DE TRADIÇÃO GAÚCHA, GRUPOS NATIVISTAS E SEGMENTOS DA COMUNIDADE.
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Justificativa:
Ao completar 08 anos de existência, o Canto Alegretense, proporcionará a participação de compositores, músicos e intérpretes do Rio Grande do Sul, possibilitando o surgimento de novos talentos, incentivando as pesquisas das origens gaúchas, despertando o interesse pela temática crioula campeira, valorizando os talentos que se identifiquem com a música gauchesca, divulgando seus ritmos e linguajar do homem campeiro, promovendo o turismo e projetando Alegrete como importante pólo educacional e cultural do RS.
A profissionalização da cultura e a conscientização de sua importância por parte de todos os envolvidos: comunidade, artistas e iniciativa privada, fazem com que esta parceria tri partícipe, busquem na lei de Incentivo à Cultura a mola propulsora desse processo.
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